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14/04/2010 19:51

Aliados do governo ainda sem definição sobre reajuste dos aposentados

Iolando Lourenço,Agência Brasil

Brasília - O índice de reajuste para os aposentados e pensionistas que recebem mais de um salário mínimo continua sem definição entre líderes e parlamentares da base aliada do governo na Câmara e no Senado. Uns defendem a elevação do reajuste dos atuais 6,14% para 7,7%, enquanto outros não aceitam o percentual e alegam que o máximo que o governo pode pagar é 7%, sob o argumento de que não há caixa para bancar um reajuste maior que esse.

Eles se reuniram esta tarde para tentar um entendimento sobre o reajuste, mas não houve qualquer avanço nas negociações. Os senadores que participaram da reunião e alguns deputados da base que defendem os 7,7% saíram do encontro com a mesma disposição de aprovar esse índice de reajuste.

O líder do governo na Câmara, deputado Cândido Vaccarezza (PT-SP), que também é o relator da Medida Provisória 475, que reajustou os benefícios a partir de primeiro de janeiro deste ano em 6,14%, tentou convencer os deputados e senadores da base governista que o governo não tem condições de conceder o reajuste de 7,7%. “Nós demos o maior reajuste do mundo para os aposentados em 2010”, disse.

“Nós não podemos passar desse limite (7%). Qualquer proposta que passar desse limite não terá sustentação econômica e nem financeira e não tem sustentação no Orçamento”, disse Vaccarezza, ao lembrar que qualquer índice acima dos 7% deverá ser vetado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Vaccarezza disse que 7% é “um aumento robusto e positivo”. O líder disse que a intenção é votar a medida provisória no dia 27 deste mês.

O senador Paulo Paim (PT-RS) disse que é importante que o reajuste seja de 7,7%. “A ordem é convencer o Vaccarezza para aprovar os 7,7% e dialogar com o presidente Lula para sensibilizá-lo a sancionar este percentual. A mesma posição é defendida pelo deputado Paulo Pereira da Silva (PDT-SP), presidente da Força Sindical, que também insiste no reajuste de 7,7%.



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