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29/07/2008 07:20

Alguns mitos ainda afastam as mães do parto natural

Agência do Rádio

O número de césareas no Brasil é maior que o recomendado. De acordo com o Ministério da Saúde, quase metade dos partos realizados no País são cesarianas. A Organização Mundial da Saúde recomenda esse procedimento para, apenas, quinze por cento dos partos. A escolha pela cesariana aumenta a chance de mortalidade da mãe em até seis vezes, se comparado ao parto normal. De acordo com o diretor do departamento de Ações Estratégicas do Ministério da Saúde, Adson França, as cesáreas desnecessárias precisam ser evitadas. Ele cita os principais preconceitos que dificultam a escolha da mãe pelo parto natural.



"Um mito e uma crendice de que uma mulher, que tem uma estatura um pouco mais baixa, não pode parir de forma natural. Mitos e crendices relacionadas, se a gestação é gemelar, ou seja, é gêmeos, não pode vir ao mundo de forma natural, via vaginal. Uma crendice de que, se tem uma circular de cordão na cabeça desse feto, inevitavelmente será um parto cesáreo, em que não pode parir de forma normal. Outro mito de que, se a criança tem mais de três quilos, não é conveniente vir ao mundo de forma natural, porque isso comprometeria a sexualidade do casal no pós-parto e isso não é verdadeiro."

Sobre esta idéia, Adson França acrescenta que não existe nenhuma evidência científica que comprove que o parto natural vai levar a um alargamento da vagina, comprometendo vida sexual da mulher. De acordo com o representante do ministério, um parto natural bem conduzido é a melhor forma de garantir o vínculo do recém-nascido com a mãe, já que, assim que o bebê vem ao mundo, imediatamente ele vai para o colo da mãe.

De Brasília, Marcelo Brito

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