Cassilândia, Segunda-feira, 05 de Dezembro de 2016

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08/12/2005 21:00

Agricultores denunciaram entrada de milho transgênico

Shirley Prestes/ABr

Uma amostra de milho entregue pelo movimento de agricultores Via Campesina ao Ministério da Agricultura no Rio Grande do Sul apresentou 93,5% de transgenia. O resultado da análise foi divulgado na semana passada, em Porto Alegre, pelo superintendente do ministério no estado, Francisco Signor.

O ministro interino do Meio Ambiente, Claudio Langone, disse hoje (8) que o uso de sementes transgênicas de milho pode ter conseqüências mais graves que o da soja para a produção agrícola. "A situação da soja já trouxe conseqüências bastantes graves para o Brasil, mas a soja não é um produto de polinização direta como é o milho", explicou ele em entrevista coletiva de rádio.

Cerca de 300 trabalhadores ligados à Via Campesina haviam realizado um protesto no ministério, em Porto Alegre, denunciando a entrada ilegal de milho transgênico no Rio Grande Sul. Os agricultores, que foram recebidos por Signor, entregaram uma carta pedindo ações pelo fim do contrabando e a punição dos responsáveis.

Flávio Vivian, da direção do Movimento dos Pequenos Agricultores gaúchos, disse também que, na semana passada, os manifestantes entregaram sementes de milho compradas em uma agropecuária no município de Barão do Cotegipe, no norte do estado.

Segundo ele, "os movimentos propuseram que o Ministério da Agricultura realize uma força-tarefa no interior do estado para investigar as origens das sementes e onde estão sendo vendidas".

Francisco Signor afirmou que a questão será levada ao Ministério Público Federal e a investigação será entregue à Polícia Federal.

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