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03/03/2004 07:33

Administrador aponta três soluções para a Parmalat

Agência Câmara

Em audiência pública na comissão especial que acompanha a crise na Parmalat, o administrador judicial provisório da empresa, Keyler Carvalho Rocha, apontou ontem três soluções que serão apresentadas ao Poder Judiciário com o objetivo de promover o saneamento da Parmalat.
A primeira seria a venda e o arrendamento das unidades menos rentáveis da empresa, com a concentração da Parmalat em três ou quatro unidades mais expressivas. Assim, ainda que mais enxuta, ela poderia retomar seu crescimento. "Será um passo atrás para dar outro à frente", afirmou Rocha.
Outro caminho apontado é a criação de uma nova subsidiária da empresa, para a qual seriam destinados os ativos da Parmalat. Como a subsidiária estaria livre de débitos passados, teria maior facilidade no relacionamento com o sistema financeiro. "Essa não é uma solução nova. Foi adotada nos casos Mesbla, Itapuã, Banco Nacional", afirmou.
A terceira hipótese é que a empresa venda ativos para gerar capital de giro. O impasse nesse caso é que a venda depende de aprovação do Poder Judiciário, responsável por emitir um laudo com preços mínimos dos bens, valores estes que, na avaliação do administrador, dificilmente seriam aceitos pelos compradores. "Eles querem se aproveitar da situação da empresa e comprar a preço de banana", sentencia Rocha.
Segundo Keyler Rocha, a Parmalat continua em atividade, com 25% da produção normalizada. Em sua opinião, a empresa dificilmente chegará ao faturamento de R$ 130 milhões mensais do período anterior à crise. Em fevereiro, ela faturou apenas R$ 30 milhões. Na avaliação de Rocha, a Parmalat passa por um círculo vicioso: "sem recursos para pagar fornecedores, fretes, embalagens, os prestadores recusam-se a prestar os serviços e o faturamento cai. Precisamos injetar recursos na empresa para manter salários em dia e pagar esses fornecedores no curto prazo", disse.

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