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13/03/2019 14:00

Acusada se confunde com várias versões sobre assassinato em praça

Campo Grande News

Para a promotoria, não há dúvidas de que Iris Adriana Barbosa da Silva, 25 anos, julgada desde as 8h desta manhã pelo envolvimento no assassinado de Thais Giedry Borges dos Santos, 22 anos, é responsável pela morte da vítima. “O crime foi arquitetado e montado de forma fria”, afirmou o promotor Douglas Oldegardo, durante julgamento nesta quarta-feira na 2ª Vara do Tribunal do Júri.

O homicídio aconteceu há 3 anos, na noite do dia 31 de janeiro de 2016, na Avenida Afonso Pena, na Praça do Rádio Clube, em Campo Grande. Iris atraiu a vítima até o local para que o marido dela, na época, Kielvnn de Moraes, 27 anos, cometesse o crime. Iris foi denunciada por homicídio qualificado por meio que dificultou a defesa da vítima.

Durante depoimento, conforme o promotor, Iris tentou passar imagem de moça “pequena” que chora falando da violência que sofria e que foi coagida pelo ex-marido, Kielvnn de Moraes, 27 anos, a participar do assassinato de Thais. “Ela mentiu no depoimento quando foi presa e apresentou várias versões para o momento do crime. Iris é a verdadeira responsável pela facada, porque sem a ajuda dela, Kielvnn não teria cometido o assassinato”, disse.

Conforme a promotoria, Iris usou a filha, uma criança de 9 meses na época como isca para atrair a ex-namorada até a Praça do Rádio. “Ela ligou mais de 20 vezes para Thais no dia do crime instinto para que a ex-fosse até o local”, disse Douglas.

Chorando, Iris contou durante julgamento que mantinha relacionamento extraconjugal com Thais e que Kielvnn desconfiava. Os dois têm uma filha pequena e na ocasião moravam em Ribas do Rio Pardo. “Ele desconfiava do nosso relacionamento. No dia do crime, Kielvnn disse que iria dar apenas um susto na Thais”, relatou.

Júri - Iris e Kielvnn foram julgados no dia 17 de fevereiro do ano passado. Kielvnn foi condenando a 18 anos de prisão em regime fechado. Iris Adriana foi inocentada pelo júri. No entanto, o assistente de acusação pediu para anular o julgamento com relação a Iris por entender que a acusada ajudou no crime ao atrair a vítima até o local. Dessa forma, o julgamento foi agendado para o dia 22 de janeiro, mas foi adiado porque a assistente de acusação, Benedito Arthur de Figueiredo Neto, não pôde comparecer.

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