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30/07/2014 15:38

Acusada de dar golpe de R$ 2 milhões vendeu chácara que era para alugar

Campo Grande News

A Dedfaz (Delegacia Especializada de Repressão a Crimes de Defraudações e Falsificações) apura o envolvimento da acusada de estelionato Marilda Fátima Kailer de Oliver, 59 anos, em uma venda de posse de imóvel localizado em Campo Grande. Ela foi presa no dia 24 do mês passado, acusada de aplicar golpe na casa dos R$ 2 milhões.

De acordo com a delegada Fernanda Félix Carvalho Mendes, responsável pelas investigações, Marilda recebeu R$ 10 mil como comissão por vender uma chácara localizada às margens da BR-163 e que, na verdade, deveria ter sido arrendada.

Um casal havia arrendado o imóvel diretamente junto ao proprietário, no entanto, o prazo do contrato estava próximo do vencimento e por isso, foi solicitada a renovação. Neste ponto da negociação, um terceiro indivíduo sugeriu que Marilda intermediasse o diálogo. Ao invés de negociar o arrendamento, ela acabou vendendo a propriedade rural, sem conhecimento do dono.

“Esta é a principal hipótese. As investigações ainda estão em andamento e vamos tentar descobrir como de fato se deu tal negociação, quem é esta terceira pessoal que teria indicado Marilda e se os arrendatários sabiam da irregularidade”, explicou a delegada que pediu prorrogação do prazo de conclusão do inquérito. O próximo passo das investigações será ouvir os envolvidos.

Prisão – No fim do mês passado, Marilda foi presa pela Dedfaz, em cumprimento de trabalho inciado pela Defurv (Delegacia Especializada em Furtos e Roubos de Veículos). Ela foi detida em uma fazenda no município de Rochedo, usando documentações e procurações falsas para realizar vendas no nome do proprietário, sem consentimento da vítima.

Ela teria causado prejuízo de R$ 2 milhões, envolvendo no esquema, inclusive, alguns veículos. De acordo com a delegada titular da Dedfaz, Ariene Murad, a acusada utilizada uma conta no nome da mãe para onde os clientes depositavam os valores das compras. Neste caso, específico, ela contou com apoio do comparsa identificado como Teodoro Cassiano Cardoso, também foi preso.

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