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28/02/2007 17:18

Absolvido por legítima defesa própria

TJ/GO

Seguindo a tese da legítima defesa própria, apresentada pelo advogado Diógenes de Oliveira Frazão, o 1º Tribunal de Júri de Goiânia absolveu na última segunda-feira (26) o vendedor ambulante João Batista de Oliveira Sobrinho, de 42 anos. Ele é acusado de matar a tiros o bancário Luiz Alberto Gordo, 40, por volta das 3h30 de 13 de julho de 1986 na garagem do Edifício Condomínio Praia do Sol, situado na Avenida 85, no Setor Marista. A sessão foi presidida pela juíza Carmecy Rosa Maria Alves de Oliveira.

De acordo com o Ministério Público (MP), naquele dia João Batista, que era guarda noturno do edifício, esbarrou na mulher de Luiz Alberto no momento em que o casal saía com os filhos para uma festa. Em razão disso, os dois iniciaram uma discussão que logo foi apaziguada, tendo a família seguido para a festa. Ainda conforme a denúncia, mais tarde, ao voltarem do evento, Luiz Alberto e sua família foram surpreendidos por João Batista, que os aguardava no instante em que estacionavam o carro na garagem.

Na ocasião, réu e vítima tiveram nova discussão. João Batista, então, sacou um revólver e deu um tiro em Luiz Alberto que, mesmo ferido, atracou-se com ele, numa luta corporal. A vítima recebeu mais dois tiros ao tentar tomar a arma do réu, tendo falecido logo em seguida. Durante a sessão, João Batista informou que não sabe se reconhece como verdadeira a autoria do crime, uma vez que até hoje não entendeu o que aconteceu. O réu disse também que estava havia três dias no condomínio cobrindo férias de um colega de empresa e que naquela noite fazia uma ronda no local quando a vítima o chamou para conversarem.

Respondeu que não podiam conversar porque estava trabalhando. Assim que se afastou, sem saber o que a vítima tinha nas mãos, Luiz Alberto pulou sobre ele e começaram a lutar no chão. Daí para frente disse não se recordar de mais nada e que a única pessoa que teria assistido à briga era um porteiro do prédio que não foi mais localizado após o crime. João Batista negou que naquela data tivesse ingerido bebida alcoólica e que depois da briga se lembra de ver as luzes acendendo e apagando, até desmaiar na portaria do edifício, vez que foi ferido na cabeça, no ombro e na perna. (Sheila Cavalcante)

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