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06/08/2007 06:57

Absolvido mecânico acusado de participar de homicídio

TJGO

Em sessão realizada dia 3 deste mes, o 1º Tribunal do Júri de Goiânia absolveu o mecânico Rodrigo Santos da Silva, o Caozinho, de 22 anos, denunciado como participante da morte do pintor Fabrício Alves dos Reis, com então 16 anos, e ainda de ter ferido a doméstica Maria de Fátima Muniz dos Santos, 52, e Géssica Stéfane Alves de Oliveira, de 9 anos. Durante o julgamento, o conselho de sentença acolheu a tese da negativa de participação, pleiteada pela defesa. O juiz Jesseir Coelho de Alcântara, determinou o arquivamento do processo e que Rodrigo seja liberado pela Casa de Prisão Provisória (CPP), caso não esteja preso por outro motivo.

De acordo com a denúncia, o crime ocorreu por volta das 21h30 de 14 de dezembro de 2003 em um bar localizado na Rua Rio Branco, do Parque Amazônia. Na ocasião, o comerciante Rogério Fernandes Pereira da Silva, juntamente com o motorista Alvair Lopes Pereira e o réu, desferiu tiros contra Fabrício, sendo que os disparos atingiram acidentalmente as outras duas vítimas. Segundo os autos, Rodrigo e Rogério queriam se vingar do pintor, por acreditarem que a vítima teria matado um sobrinho deles. Na noite do crime os dois encontraram-se com Alvair, que os levou em uma Kombi até o bar. Os acusados passaram duas vezes de carro em frente ao estabelecimento e um destes, que estava de boné, desceu e foi e em direção ao pintor com intuito de confirmar se realmente aquele era Fabrício, voltando em seguida para o veículo.

Ainda segundo o Ministério Público (MP), Rogério, de posse de duas armas, entrou no bar atirando contra Fabrício, enquanto que Rodrigo, escondido em um lote baldio, vigiava o local, e Alvair aguardava no interior da Kombi para fugirem. A polícia chegou ao motorista em razão de testemunhas terem reconhecido que o carro usado no assassinato pertencia à Funerária Municipal de Aparecida de Goiânia, e era conduzido por Alvair, empregado da empresa. Ouvido em juízo, Rodrigo disse não saber por que foi acusado, pois naquela noite estava na casa de sua sogra e que só soube do ocorrido depois de um ano, quando foi preso, em companhia de Rogério. Ele contou que não tem a quem atribuir a autoria deste crime, bem como não ter nenhum sobrinho que tenha sido morto por Fabrício.

O processo contra Rogério foi arquivado após sua morte em 26 de julho do ano passado. Alvair recorreu da pronúncia e seu processo está em grau de recurso no Tribunal de Justiça de Goiás. O MP recorreu da decisão. (Sheila Cavalcante)

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