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01/11/2004 15:08

84% do rebanho brasileiro estão em áreas livres

Dourados News

Mato Grosso, que possui o maior rebanho brasileiro, é considerado área internacional livre de febre aftosa com vacinação desde janeiro de 2000, sendo que 90% da produção são exportadas para outros Estados e para a União Européia e Ásia.

O ministro da Agricultura Roberto Rodrigues destaca que para erradicar a febre aftosa no território nacional devem ser adotadas três medidas: fortalecer os serviços de atenção veterinária, um envolvimento mais profundo do setor privado nos programas de erradicação da doença e atuação integrada do Brasil e seus vizinhos sul-americanos.

A campanha irá abranger 15 Estados, envolvendo mais de 118 milhões de animais, o que representa aproximadamente 62% do rebanho nacional, de 191,2 milhões. Até o dia 30 de novembro, deverão imunizar seus rebanhos os criadores dos estados do Acre, Amapá, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, parte centro-oeste de Minas Gerais, Pará, Paraná, Piauí, Rondônia, São Paulo, Sergipe, Tocantins e o Distrito Federal. Para a execução da desta última etapa da campanha, Mato Grosso recebeu do Mapa R$ 2,6 milhões, dos quais R$ 1,07 milhão serão empregados no custeio da campanha e restante na manutenção dos postos de fiscalização interestaduais e na intensificação da fiscalização móvel na divisa com o Estado do Pará e na fronteira com a Bolívia. Conforme o presidente do Indea, o recurso já está na delegacia de Mato Grosso e só está aguardando a publicação no Diário Oficial da União para liberar a verba ao Estado.

"O valor repassado pelo Mapa, por meio da Delegacia Federal de Agricultura em Mato Grosso, não é o ideal porque teremos que realizar um número menor de ações no Estado",constatou Coutinho. Segundo ele, são os recursos estaduais que garantam o desempenho do Instituto no combate à febre aftosa e em outras áreas de atuação do setor.

Décio Coutinho explica que o volume de recursos repassado pelo Mapa não chega a comprometer o trabalho de defesa sanitária em Mato Grosso, "mas poderia ser melhor". Se os R$ 10 milhões requisitados fossem liberados, seria possível intensificar o trabalho em todos os postos de fiscalização do Estado, e não apenas nos postos interestaduais, e a fiscalização móvel poderia atingir também a fronteira com o Estado do Amazonas, porém irá se restringir às fronteiras da Bolívia e do Pará.



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