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25/10/2014 10:33

“Jamais vamos perdoá-lo”, diz irmã de mulher assassinada pelo ex

Campo Grande News

A diarista Eva Mara dos Santos, 45 anos, foi morta no dia 26 de março deste ano, pelo ex-namorado Jacob Pedro Gerharkt Filho, 60 anos. Quase sete meses depois, a família da vítima teve a chance de ficar cara a cara com o assassino preso pelos investigadores da 2ª Delegacia de Polícia de Campo Grande. Na manhã de terça-feira (21), Jacob foi apresentado. A irmã de Eva, Shirley Aparecida dos Santos Garcia, 44 anos, disse que não aceita o que aconteceu: “Jamais vou perdoá-lo pelo que fez”.

A dona de casa afirma sofrer as sequelas do crime que deixou todos os familiares desolados, mas que, por outro lado, se sente aliviada ao ver a justiça sendo feita. “Ele tirou a vida de uma pessoa decente e tem que pagar. Ainda sinto raiva pela covardia dele, mas estou mais tranquila, principalmente agora que está preso. Espero que ele fique na cadeia por muito tempo” , comentou Shirley. Em frente ao assassindo ela disse: “Eu acredito em Deus e sei que Ele fará Justiça. Se a Justiça dos homens falhar, a divina não vai. Você vai pagar”.

O crime aconteceu na casa de Jacob, localizada na Rua Eumira Ferreira de Lima, no Parque Morada do Sossego. O pedreiro estava infeliz com o fim do relacionamento e ainda devia cerca de R$ 1 mil à vítima, quantia referente a compra de três celulares que ele fez no nome de um dos filhos dela. Prometendo acertar as contas e por um fim ao clima de tensão entre ambos, ele a chamou para sua casa, alegando que iria pagá-la.

Sem imaginar o que pudesse acontecer, a mulher foi ao local, mas acabou sendo covardemente assassinada, asfixiada com uma corda no pescoço. O corpo foi jogado em uma chácara que fica aos fundos da área de lazer do Colégio Latino Americano, na saída para Rochedinho. Após meses de diligências, o delegado Weber Luciano Medeiros conseguiu provas suficientes para incriminar Jacob.

O filho de Eva, Glaudiston Santos de Souza, de 26 anos, lamenta o ocorrido e diz que depois disso, a família se uniu ainda mais. “Ficamos mais próximos, principalmente para acompanhar o andamento das investigações. Foi o jeito que meus irmãos e eu encontramos para conseguir forças e continuar”, relatou. Durante a apresentação, Jacob alegou que só atacou a vítima porque teria sido agredido por ela antes. Ele vai responder por homicídio qualificado, por motivo fútil e sem chance de defesa e também por ocultação de cadáver.

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